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domingo, abril 22, 2012


Metades.


“Não me alimento de quases...” Bem disse Marilyn Monroe.
Apesar de, na prática, ser o total avesso, penso que é dessa forma que todas as mulheres desejavam ser: inteiras. Sem a necessidade da presença de alguém, ao ponto de esquecer-se de si e se submeter ser a “outra” ou a “segunda opção” e até o “passatempo”.
Digo inteira porque, hoje em dia, todas são metades (entenda a maneira que me expresso e perdoe-me a generalização, tento não me encaixar nisso também).
A mulher “moderna”, que deveria ser independente, forte, madura, firme no agir e pensar e sensata na prática, tornou-se apenas a metade de alguém.
Essa metade depende de outra para ser feliz, porque não consegue enxergar que não há felicidade maior do que viver bem com ela mesma.
Essa metade depende de outra para crescer, porque sozinha não encontra, desde forças a motivos, para superar seus limites.
Essa metade depende de outra para viver, porque se ilude em frases amorosas, quando, impensavelmente, ligam a “vida” a um relacionamento.
Quer saber? Você tem mesmo que viver! E isso independe de ser ao lado de alguém.
Essa metade que se chama mulher. Que precisam, o mais rápido possível, e para o bem geral da mulherada, entender que você é inteira e precisa apenas de você.
Ser metade é o que te faz aceitar o “quase”. Ser metade te faz amar pela metade. Ser metade te faz querer e dar o “mais ou menos”.
E se houver algo pior do que o “mais ou menos”, o meio termo, o achar, e a incerteza, diga-me porque não conheço.
Algum homem já lhe disse que te amava, mas gostava de outra? E você se sentiu um lixo, mas aceitou porque o amava, certo? Típico. Você é metade. Tem a certeza de que ele te completa, como duas fatias de laranja... Que laranja estúpida você é!
Aceitar ser o meio amor de alguém é a prova de que você não merece ser a escolha dele.
Quer saber mais? Amar você e gostar de outra é a forma mais simpática de dizer: “Sou imaturo, não mereço você!” Sabe o que deveria ser dito? “Fique com quem você gosta, porque quem você ama não aceita a sua metade.”
Quem é inteira sabe bem disso.
Marilyn Monroe era inteira. Apesar de procurar na fama, no glamour e em todo o luxo, aquilo que faltava dentro de si, jamais ela dependeu de estar com alguém, para estar. Jamais dependeu de fazer com alguém, para fazer.
Toda mulher tem algo em comum com Marilyn Monroe. 
Eu tenho a ânsia de coisas completas. E acho excitante o diferente. O tudo ou nada me atrai. E eu não me esqueço de ser inteiramente minha, antes de tudo.

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terça-feira, abril 03, 2012


Hoje em dia as pessoas são como os ventos. Algumas são frias demais, já outras vêm e nos esquentam.
Tem aquelas que, como a brisa, vem em silêncio, outras, quando chegam, fazem um barulho enorme.
Algumas pessoas são como aqueles ventos fortes, chegam e destrói tudo, outras são como aqueles ventos, que com muita leveza, trazem flores.
Hoje em dia as pessoas são como os ventos. Quando ele está presente, queremos que vá embora, quando não há mais vento, queremos de volta. 


(Por: Amanda Madureira - Não retire os créditos)
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sexta-feira, fevereiro 03, 2012


Sobre viver a vida e a liberdade...


A gente não nasce com um “manual de sobrevivência”, mas recebe conselhos, e desses eu sou cheia.
Mas eu sou jovem e tenho uma vida inteira pela frente. Não que os conselhos alheios não sirvam, mas às vezes, na vida, é preciso ter suas próprias experiências. Te torna mais forte e real.
Eu nunca quis ser a rainha da festa, controlar o mundo, fugir de casa, fazer (escondido) uma daquelas tatuagens monstruosas, ir embora com o namorado e “viver de amor”... Sou jovem, não louca!
Eu quis algo mais, melhor que isso, maior... Eu quis liberdade (e ainda corro atrás dela!). Eu quis vencer, quis conhecer, quis ter motivos pra chorar (já que motivo pra sorrir eu tinha de sobra), eu quis amar, quis fazer, sonhar e realizar. 
Eu quis viver, talvez um pouco antes da hora, mas se você espera sentada os dois ponteiros do relógio chegar ao número 12 para formar meia noite, perde 24 horas do seu dia.
Eu não cresci antes do tempo, amadureci um pouco, mas acompanho a minha idade.
Apenas carrego marcas, que não teria se tivesse esperado a hora certa (se é que essa existe), mas carrego cheia de orgulho. Não porque as fiz, mas porque as superei, um dia depois de ter “vivido”, e só superei porque foi nessa de “liberdade” que aprendi a fazer isso.
Eu quis viver, e vivi. Eu quis ser, e fui. Eu quis ter, e hoje eu tenho. Hoje eu carrego meus próprios conselhos e recomendações.  

(Por: Amanda Madureira - não retire os créditos) 

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quarta-feira, janeiro 11, 2012


Viver...


Viver é ser mais de si do que dos outros. 
É ser, e ser por inteira. 
É viver a vida da maneira mais intensa possível. 
É se valorizar. 
É conservar caráter, estar sempre à procura da felicidade, ir em busca dos seus sonhos, se entregar apenas a quem te ama (e não a quem apenas te deseja). 
É viver e morrer de amor. 
É não ter medo de errar, tropeçar e cair. É ter a coragem de levantar-se após uma queda. 
Viver é fazer o seu próprio caminho. É colocar os seus próprios limites (e tentar ultrapassá-los). Você só passa por essa vida uma vez, então faça valer à pena! 

(Por: Amanda Madureira - Não retire os créditos). 

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segunda-feira, janeiro 09, 2012


Aquele adeus...

Um adeus é sempre dito por dizer. E ninguém sabe por que dizer ou como dizer. A verdade é que ninguém sabe dizer adeus. E quando diz, o significado é sempre outro.
Comigo não é diferente. O meu adeus sempre soa como um “fica” ou “diz pra eu ficar”.
São incontáveis as vezes na vida que tive de dizer adeus, mas não disse.
Preferi olhar nos olhos, abrir um sorriso sem graça (cheio de dor, pra falar a verdade), e seguir meu caminho.
Não sei, talvez agir dessa forma em algumas despedidas me fazia pensar que, não passando muito tempo, veria a pessoa novamente.
Tenho pra mim que adeus é como um “tchau para sempre”, só que com menos peso nas palavras, como um choro contido, uma dor reprimida.
Sempre achei que dizer adeus para alguém, alguma coisa ou um sonho, seria abandonar, esquecer, dar partida e, sei lá, seguir em frente. 
A vida sempre me fez muitas surpresas. A pior delas foi tirar pessoas que amo de perto de mim – mas eu entendo.
Por mais tempo que passe, eu ainda as espero, apenas por não ter dito adeus quando se foram.
Pode ser que eu nunca mais as veja, mas ainda assim, eu espero.
Não dizer adeus foi como ter posto reticências em nossa historia, mesmo que não estejam próximas a mim, ela não tem um ponto final, então ainda continua.
Mantenho esse ideia de não dizer adeus, não realizar despedidas... Até porque, não sei como agir em uma, não quis aprender.
Eu preferi a aprender a suportar a saudade, por maior que seja a dor.
Não importa se você tem quem ama por perto ou longe. O importante é ter!  

(Por: Amanda Madureira - Não retire os créditos).
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quinta-feira, janeiro 05, 2012


Amor, rolos e caras errados.


Acho a maior graça quando vejo alguma menina/menino jurar amar aquele rapaz/moçaa e dois dias depois não estar mais com ele/ela.
Eu tenho um conhecido que trocava de namorada como alguém troca de roupa. Seus namoricos só duravam 1 único mês, e o mais engraçado é que para cada garota havia uma jura de amor diferente (e muito confiante). Aquelas do tipo: “Eu te amo pra sempre”, “nada vai tirar você de mim” (o que não era preciso porque a menina mesmo se “tirava” dele), dentre outras coisas hilariantes que você sabe que só sai da boca de uma “criança” que não sabe nada da vida e do que pode acontecer no futuro. A penúltima ele a venerava tanto que a chamava de rainha (não vejo problema algum chamar a mulher amada de rainha, mas pra isso ela precisa ser realmente uma, não acha? Metaforicamente falando, claro). Largou ele depois de 2 meses de namoro, o que era bem natural.
Ele chorou, pediu volta, publicou sua decepção nas redes sociais, e 1 mês depois encontrou o verdadeiro amor (pela milésima vez).
Não tenho nada a ver com a vida dele, eu sei. Não tenho direito de julgá-lo, sei disso também, mas acho que essas pessoas não sabem para que serve um namorado (a) hoje em dia, não sabem o significado do amor, não sabe escolher a pessoa certa e... Acabam não sabendo de absolutamente nada!
Não sou dona da verdade, nem psicóloga, nem nada, mas queria muito discutir sobre esse assunto aqui no blog.
A ideia de falar sobre esse assunto veio através de um pensamento (um tanto sem motivo) neste “conhecido”.
Estou solteiríssima a 15 anos, eu seja, nunca namorei. Não porque não queira (mesmo não tendo pressa, todos querem achar “alguém”), mas vejo o namoro como algo especial, um compromisso sério, como um preparo para o casamento. E quer saber? Não acho que casar seja clichê, também não acho que tenha saído de moda. O problema são as pessoas que desvalorizaram totalmente o casamento. Tenho pra mim que o casamento é a melhor prova de amor que existe, o fato de você assumir um compromisso tão serio, viver até a morte com uma única pessoa, aquela que você mais ama e deposita toda a sua vida.
Não suporto ver alguém dizer que não é necessário casar, afinal ninguém e fiel hoje em dia, não é? Não! Não e dessa forma não! Desculpe-me se você pensa dessa maneira, mas também tenho o direito de expressar minha opinião sobre o assunto.
Esse meu conhecido me disse esses dias algo do tipo: “quero namorar, mas você sabe, né? Tá chegando o carnaval...” Cho-ca-da eu não quis entender e perguntei: “o que é que tem?” Ele disse: “se você estivesse namorando comigo e chegasse o carnaval, você seria fiel?”
Antes de responder a essa pergunta ABSURDA fiz questão de responder a mim mesma que no lugar do cérebro ele tinha outra coisa, algo mais podre, e que no lugar do juízo ele tinha sei la o que. Ele só podia ser louco, não é? Você acha que eu estou exagerando? Ou estou/estava exagerando ou esse mundo esta realmente perdido – e eu prefiro acreditar na segunda opção!
Louca da vida respondi: “É claro que seria fiel a você, se eu te amo não tem porque trair você.” Mas a minha vontade era GRITAR em alto e bom som: “Ô seu “sem noção”! É claro que seria fiel à você! É um namoro, não um rolo!”
O que é isso, meninas? Esses meninos perderam total valor por si mesmos e estão tirando o nosso valor!
Olha que ótimo (pra ele): ele se acabava com a mulherada no carnaval, depois engatava um namoro com uma bobona (desculpe-me a grosseria), dizia que a amava umas 500 vezes no dia, pintava e bordava com ela e depois o que viesse era lucro.
Podridão, engano e desvalorização! O pior é que tem moças que ainda aceitam isso. Um namorado desse não é nada além de prejuízo!
Ser fiel não é uma tarefa fácil, já cansei de ouvir pessoas dizerem que depois que se comprometeram com alguém começaram a aparecer “interessados”. A verdade é que todos acham que a grama do vizinho é sempre mais verde, mas quer saber? Não é!
Me diz você que já “ficou” com 1, 2, 3 (...) num só dia, ou no decorrer de uma semana, o que você ganhou com isso? Nada, não é? Só decepção, afinal, não era seu, não iria ser, você só foi mais uma na listinha.
“Ah, então vou arranjar um namorado!” Qual é? Eu não falei de “arranjar um namorado”, e sim de encontrar a pessoa certa. E sabe qual é o segredo para isso? Não correr atrás. Você não é um cachorro para ficar correndo atrás de um osso. Você também não está pegando fogo pra ficar correndo atrás de um bombeiro. Não é maluca e não é velha e acabada (daquelas que precisam urgente de um marido).
Ninguém nunca te disse que coisas boas vem com o tempo, e que quando vem fácil demais vai embora fácil demais também? 
Ninguém “arranja” um namorado, a menos que seja a pessoa errada, essa você encontra a cada esquina, da até pra escolher a cor dos olhos, o cabelo, o formato do rosto, etc. e tal.
Mas a pessoa certa vem quando você menos espera. Você não precisa ir atrás, ela vem até você (é claro que, às vezes, você precisa tomar alguma atitude, mas não é nada fora do comum). A pessoa certa te ama do jeito que você é, é fiel a você, e diferente, mas se encaixa perfeitamente contigo.
Cada um pensa de uma maneira, e eu penso que é Deus quem escolhe sua “alma gêmea”, é Ele quem escolhe o tempo em que deve acontecer, eu devo esperar, ser paciente, procurar, mas sem fazer a doida (porque dessas tem de sobra).
É muito ruim ver que existe homens como esse meu “conhecido”, mas é muito importante que você tenha contato com esse “tipo”, porque só assim você sabe distinguir o cara certo do errado.
E sobre fidelidade, seja para com o namorado (a), marido (a), amigo (a), ou qualquer familiar, é questão de caráter.
Uma das milhares de coisas que aprendi na vida (apesar de ser nova) é que, mentir também é traição, e quem ama não trai.  
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terça-feira, janeiro 03, 2012


2011


2011 foi um bom ano. Mas se 2011 fosse um homem, eu não o escolheria para passar os meus dias com ele.

Se 2011 fosse um animal de estimação, nem toda “fofura” do mundo faria com que eu ficasse com ele, foi um ano complicado, difícil de cuidar.

Se 2011 fosse um familiar, provavelmente seria aquele tio inconveniente , que só é bom ver 1 ou 2 vezes no mês.

Se 2011 fosse uma estação, com certeza, seria inverno, mas seria aquele inverno do Rio de Janeiro, que de uma hora pra outra abre aquele sol. 2011 foi um ano de surpresas, daquelas bem inesperadas.

Se 2011 fosse uma criança, seria aquelas birrentas, teimosas e enjoadas.

Se 2011 fosse uma dor, seria a dor de cabeça, vem de vez em quando, e quando vem rola aquele estresse.

Se 2011 fosse uma instituição, seria a escola. Os primeiros dias são ótimos, nos últimos você já está pedindo socorro.

Se 2011 fosse um amigo, seria aqueles zoadores – esse ano me pregou cada peça!

Se 2011 fosse um filme, seria os de suspensa, passei o ano inteiro sem ter idéia do que o outro dia me havia preparado.

Se 2011 fosse um dia, seria a segunda-feira – e ninguém merece a segunda-feira!

Se 2011 fosse um tempo, seria o passado.

Que 2012 seja o ano do recomeço e nos proporcione o que 2011 não proporcionou! Que cada dia de 2012 seja uma oportunidade de fazer o que não foi feito no decorrer de 2011.
Que 2012 ultrapasse 2011, e faça valer à pena! 
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quinta-feira, dezembro 29, 2011


AQUELAS PALAVRAS, AS QUE EU NÃO DISSE...


Primeiramente, gostaria de deixar claro que não tenho a intenção de fazer com que essa postagem passe tristeza ou pena. É apenas uma dica.
Hoje, me arrumando pra ir à escola, pensei naquelas palavras, aquelas que eu nunca havia dito.
O meu avô era uma pessoa maravilhosa! Um pouco louco, faziam umas brincadeiras engraças (que só a família ria e tolerava). Falava umas baboseiras e fazia umas graças nos aniversários. Ah, o meu avô... Ele era lindo! Clarinho, clarinho, dos olhos azuis e cabeça branquinha. Um galanteador, mesmo depois de velho.
Faz uns 4 ou 5 anos que ele faleceu. Foi algo terrível para todos, mas já superamos. Mas sabe o que eu fico pensando? Eu nunca disse que amava o meu avô. Foram poucos os abraços e palavras de carinho. Talvez porque eu era criança e criança não liga pra isso, mas enfim, eu não demonstrava tanto amor.
Isso não me deixa triste, quando lembro, mas é um erro... Um erro que não desejo cometer nunca mais (mas já cometi).
Agora eu vou mudar o personagem da história e substituir o “vovô Madureira” pela minha amiga “Marianne Perpeto.”
Eu estudei com a Mari apenas um ano, e foi um dos melhores anos da minha vida. Ela veio em ótima hora! Mas sabe qual foi o problema de tudo? Eu não dei valor! Eu sempre dizia o quanto a amava, mas sabe quando isso não é o suficiente? Pois é, não foi.
Hoje ela não estuda no mesmo colégio que eu, mas ainda somos muito amigas, porém não nos vemos com frequência... Pra falar a verdade, nos vemos bem pouco. E eu sinto a maior falta dela.
Então, meninas, quando tiverem alguém especial perto de vocês, dêem valor... Seja uma amiga, o namorado, os pais, ou qualquer outra pessoa que você ame. E se ama, diga que ama. Porque quando perde, dói, viu?


PS. pra Mari: Amiga, eu me arrependo de ter faltado taaanto a escola e deixado de passar mais tempo contigo. Se eu pudesse, diria eu te amo pra cada piscar de olhos seus. Um beijo! 
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quarta-feira, dezembro 28, 2011


Dando um tempo


Decidi pegar carona na nova música da Demi Lovato (Give Your Heart A Break – Dando um tempo ao seu coração), e fazer você pensar um pouquinho.
Sabe quantas vezes o seu coração se decepcionou este ano? Você faz ideia da quantidade de vezes que ele se sentiu apertadinho? Muitas, não é?
E você sabe quantas vezes você insistiu num erro, insistiu em alguém (que não merecia), insistiu em algo que não importava e feriu mais o seu coração?
Sabe quando alguém te machuca e você se sente totalmente destruído e mesmo assim a pessoa insiste em te machucar novamente? É assim que seu coração se sente. Cheio. Farto. Cansado. Triste. E pedindo nada mais, nada menos do que um tempo.
Agora pense: quantas vezes você deu um tempo ao seu coração? Poucas, eu tenho certeza. Se é que você algum dia deu esse “tempo”.
Você passa por uma situação ruim e aguenta. O seu namorado te entristece e você aguente. Amigos te decepcionam e você aguenta. Pessoas falam por suas costas e você aguenta. Você decide lutar por alguém que só te despreza e aguenta.
Diante de tanta coisa, você ainda tem um sorriso no rosto. Mas se esquece de que seu coração não pode sorrir e definitivamente ele não aguenta, ele apenas leva, suporta, já que você insiste em sofrer. O que ele pode fazer, não é? Apesar de não ser você quem o controle, ele não pode se dar um tempo.
Eu sempre me achei forte, daquelas que o mundo desaba, mas eu não. Eu vivia perfeitamente intacta por fora, mas por dentro o meu coração parecia um papel molhado, amassado e sem valor. Ele precisava de um tempo.
Tempo pra “pensar”, tempo pra se curar, tempo pra se recompor, tempo pra se regenerar. Assim como eu precisava de um tempo, mas não via.
A vontade de superar era tão grande que não me deixava reconhecer o quão acabada eu estava. Eu queria ser forte. Queria que todos a minha volta também fossem fortes. Eu caia, levantava sem forças, mas levantava, só pra mostrar que absolutamente nada me abalava. Qual é? Você é feita de que? Aço? Adamantium? (Tipo o Wolverine). Não, menina. Você é feita de carne, sentimentos, lágrimas...
Não tem problema chorar um pouco e reconhecer que você não é forte ao ponto de suportar um sofrimento atrás do outro.
Você não tem de aceitar aquele “cara” que não dá a mínima pra você, só porque gosta dele.
Você não tem de aceitar a sua “amiga” te criticando, julgando e te magoando.
Você não tem de aceitar qualquer tipo de coisa que a faça triste.
Você não tem de ficar insistindo naquilo que não vale nada. Você tem é que dar um tempo. Pra você e principalmente para o seu coração.
Do que adianta tê-lo, mas tratá-lo como um lixo, jogando tudo pra cima dele, ou melhor, para dentro dele... As pessoas, as decepções e as insistências sem nexo.
Não diga que no próximo ano isso vai mudar, ou vai ser diferente. Dê um tempo agora. Ele quer um tempo agora.
Para de maltratá-lo e fazê-lo carregar tudo de ruim que você diz “suportar”. Ainda que você realmente suporte e seja forte, nem todos são como você, aprenda isso. Trabalhe em conjunto, você, sua cabeça e seu coração. Ainda que você diga que “vai passar”, “está tudo bem”, “eu suporto”, sua cabeça diz que seu coração não é como você, ele precisa ser cuidado. Não faça com ele o que o mundo tem feito com você. 
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terça-feira, dezembro 27, 2011


Fim de Ano


Acho a maior graça quando chega pertinho da virada do ano e as pessoas começam a dizer: "2012 (ou qualquer outro ano) me surpreenda!", "Esse ano vai ser diferente.", "O ano que passou me deu muitas tristezas, esse ano vai ser melhor!" Ah, ainda tem aquelas (es) que dizem: "Que 2012 traga os sorrisos que 2011 me tirou." (Virou a "frase da moda" nas redes sociais, né?)

Afinal, quem é que deve mudar e fazer diferente, você ou o ano? O ano é apenas o ano. Quem gera coisas ruins durante ele é você, quem te entristece é você, quem comete erros é você, quem desfaz amigos é você. 

Você, você e você é responsável por todas as coisas que ocorrem na sua vida, sejam elas boas ou ruins. É você que te põe em situações erradas, o ano apenas passa - e como passa. 

Os anos são os mesmos, quem tem de fazer com que ele seja diferente é você! Nada acontece sem motivos. Coisas boas não vão aparecer de uma hora pra outra, a felicidade não vai bater na sua porta, a sorte não vai lhe dar uma carona, e os sonhos não se realizam sozinhos. 

Vivemos em uma novela, onde os anos são os cenários e você é o personagem. O cenário não faz a novela crescer em audiência, isso é responsabilidade do ator. Se você for um bom ator, a novela faz história, todos se lembram, ainda que muitos anos se passem. Mas se você for um ator ruim, consequentemente, a novela será um lixo, a audiência cai e não há sucesso algum. 

A diferença de um ano para o outro depende de você, depende de mim, das minhas e suas atitudes e claro, da nossa atuação. 

Em 2012 vamos parar de passar a responsabilidade para as coisas, anos ou pessoas. Vamos ser conscientes e reconhecer as NOSSAS responsabilidades, que é fazer de um simples ano o melhor. 

Que a nossa novela seja "recorde" de audiência! 




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SOBRE O AMOR, MENINAS E ESTAR PERPLEXO...



Eu estava sentado em uma praça olhando alguns jovens que ali passeavam. O comportamento de cada um era bem diferente do comum, talvez do comum da minha época, mas não era algo que eu costumava a ver. Havia muitas moças em colo de rapazes, abraçando e beijando... Um desses rapazes envolvia, em seus braços fortes e musculosos, uma menina, com uma beleza de dar inveja e um corpo de tirar o fôlego. Ele a segurava de uma forma bruta, sem a intenção de machucá-la... Ele a segurava como um troféu, e não como uma “princesa” (como toda mulher gosta e deveria ser tratada). Ela vestia um short curto e aperto, uma blusa decotada com alguns rasgos dos lados. Era perceptível necessidade de carinho e seus olhos brilhavam quando olhava para o rapaz que a segurava. Eles não pareciam ter um compromisso sério, vez ou outra os olhos dele acompanhava meninas que passavam em sua frente. Ele não a tratava com carinho, não parecia ter um cuidado com a menina, estava ali com ela apenas “curtindo”. Via-se que ela queria algo mais sério e tentava chamar sua atenção, mas não era o suficiente, apenas seu corpo conseguia fazer este serviço e parecia ser a única coisa que importava para o rapaz no momento.


Havia também crianças onde eu estava, correndo e pulando, cercando os jovens, que não davam a mínima a elas. Nada de anormal nisso. Crianças gritando e brincando, isso nunca iria me espantar ou impressionar, afinal, são crianças.

Mas o comportamento de um me deixou abismado. Sua percepção, o faro, o fato de ter chegado até mim e dito:

- “Isso não está certo! Isso não é amor! Ou é? Não é o que os filmes mostram. E de filmes eu entendo. Gosto de filmes. Assim como minha mãe. Os seus preferidos são aqueles melosos, cheios de amor, beijos e namoricos.”

Não tive uma “reação” de imediato. Afinal, do que aquela criança estava falando? Por que ele estava me importunando com essa conversa sobre amor e filmes?

- “Bem, digo isso porque ando observando aqueles jovens ali.”

Observando? Que tipo de criança usa a palavra OBSERVANDO? Ele usava. Aquele menino, pequeno e espertinho, apreciador de filmes. 

- “Senhor, está me ouvindo? Estou conversando com o senhor!”

- “Meu filho, por que não vai brincar com aquelas crianças?” 

- “Porque eu estou perplexo, meu senhor!”

PERPLEXO? Ele disse PER-PLE-XO?

- “Escute-me, senhor! Veja se não tenho razão...”

O menino espertinho olhou bem para os jovens, antes de completar seu discurso sobre algo que ainda nem sei... Estou perplexo!

- “Eu não sabia o que era amor, mas sabia que minha mãe estava amando. Uma amiga da escola me disse que amor é quando você sente borboletas no estômago, mas eu achei isso muito careta. Fui procurar uma pessoa mais experiente, a minha professora, e ela disse que amor é o que o papai sentia pela mamãe, mas eu não tenho um pai. Apesar de querer muito saber o que era esse tal de amor, eu não fui até a mamãe...”

- “Eu estava com vergonha.” (ele disse bem baixinho, como um sussurro)

- “Mas não tive escolha e fui até ela. A mamãe me contou que amor é uma mistura de duas coisas: sentimento e atitude. Você ama uma pessoa, isto é um sentimento. Você cuida de quem você ama, isso é uma atitude. Um só se completa com o outro. E quem ama de verdade sabe disso. Não se pode apenas dizer que ama, é preciso provar esse amor, através das atitudes.”

- “Mas e o que isso tem haver com aqueles jovens, menino?” 

- “Olhe como aquele rapaz dos braços gigantes trata aquela menina... Como um objeto. O senhor não acha que ela merecia mais? Toda menina merece mais do que a maioria dos meninos fazem por elas. Eles estão ali, aos beijos, entrelaçados um no outro, e é claro que ele disse que a ama, ou é mais provável que ela tenha perguntado se ele a amava e a resposta com certeza foi: amo, ou claro, o que dá no mesmo, porque nenhuma é verdadeira. Ela acha que ele a ama, por estar ali com ela, talvez prometendo o mundo... O que ela não sabe é que se ele a amasse eles não estariam ali, ele não a seguraria como um objeto, apenas para mostrar aos amigos o “mulherão” que ele está “pegando”. Ele não a responderia sem olhar em seus olhos e não diria “amo, ou claro” com a intenção de fazê-la parar de lhe perguntar coisas.”

- “Se ele a amasse de verdade a respeitaria e não sairia com ela apenas para dizer que ele é demais, que consegue ter quem ele quer. Se ele a amasse de verdade não a enganaria com palavras sedutoras, respostas convenientes e cantadas baratas. Se ele a amasse de verdade não estaria ali com aqueles outros jovens apenas para mostrá-la. Se ele a amasse de verdade saberia o que a beleza dela vai além do short curto, blusa decotada e palavreados impróprios. Afinal, amor, ao contrário do que as pessoas pensam, é atitude também não é? Pelo menos foi isso que a mamãe me contou. Há um tempo ela me disse que estava amando... Disse que havia um homem que também estava amando ela. Depois que ela me explicou o que era amor, eu perguntei se quem ela amava fazia tudo isso de bom por ela, e ela disse que sim.”
(Ele disse sorrindo. E os seus olhos brilhavam).

PER-PLE-XO! Era assim que eu estava.

Aquele menino me ensinou umas boas lições naquele dia. Se hoje me perguntassem o que é o amor eu diria: Saiba escolher a pessoa que ficará ao seu lado. Que seja a pessoa certa. Aquela que te ama de verdade, que cuida de você, que te quer bem, que te dê valor, que te ajude, que te respeite, que te ensine, que te dê carinho, que te compreenda, que conheça você por inteiro (a), que ame os seus defeitos... Se encontrar alguém assim, terá a resposta para a pergunta “o que é o amor?”

(Por: Amanda Madureira. Não retire os créditos)
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segunda-feira, dezembro 26, 2011


ESTEJA AQUI,


Quando eu me esfriar, me aqueça.
Quando os meus olhos se perderem, encontre-os.
Quando eu me afastar, traga-me para perto.
Quando eu der as coisas, vá atrás.
Quando eu desviar os pensamentos, faça com que eles o encontre.
Quando eu planejar o futuro, se encaixe nele.
Quando eu disser não, insista.
Quando eu falar sem parar, me beije.
Quando eu não estiver, esteja aqui.
Esteja aqui mesmo eu não querendo, mesmo não merecendo... Esteja aqui. 

(Por: Amanda Madureira - Não retire os créditos)




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MULHERES, BELEZA E CORPO PERFEITO

Na foto: Cantora Adele - ma-ra-vi-lho-sa!


Decidi fazer este post porque tenho convivido com muitas mulheres que vivem decepcionadas com o seu estado físico.
Quero deixar claro que o meu objetivo não é dar uma de médica, especialista no assunto, dona da razão, coisa e tal. Quero apenas mostrar o real valor que a mulher tem, em especial as que estão sempre ao meu lado.
Acho que escrever aqui que as mulheres das revistas são tão perfeitas porque são cheias de photoshop é perde de tempo - vocês já estão cansadas de saber, e mesmo assim parecem não se importar.
Mulheres! Não vêem o quão são lindas à sua maneira!
A mulher mais linda que eu conheço não tem o corpo perfeito, mas ela é perfeita. É perfeita porque procura, a cada dia que passa, ser uma pessoa melhor, fazer melhor. Ela é perfeita porque tem um coração gigante. É perfeita porque sabe ser amiga. É perfeita porque tem caráter. É perfeita porque cai, mas levanta de cabeça erguida .
A mulher mais linda que eu conheço é a mamãe. Ela não tem o corpo da Gisele Bündchen (pra falar a verdade não chega nem perto), mas a mamãe é espetacular!
Sei que falar dela aqui pode parecer não ter importância, afinal, muitos de vocês não a conhecem.
Mas o que quero dizer é que a mamãe não é dona de um corpo exuberante, não é magra como as modelos, não tem o copo sarado das mulheres frutas, mas ela tem o que todas essas mulheres juntas não tem.
O que quero dizer é que às vezes a gente se preocupa com coisas tão fúteis, como ter um corpo perfeito, e acaba esquecendo das outras coisas.
É claro que é importante se cuidar, fazer academia, exercícios diários, ter boa alimentação, ficar de olho nas celulites e tal, mas isso não é tudo.
Todas querem um "corpo legal", mas e se não tiver esse corpo? Vai ficar resmungando? Secando as mulheres das revistas? Claro que não!
Tem que achar uma solução, saudável, que à leve em algum lugar, sem neura.
Vocês mulheres, aliás, nós mulheres precisamos ver o que temos de bom e fazer com que isso apareça mais do que o nosso corpo.
Beleza não é tudo! Não compra amigos, felicidade, amor, emprego etc.
Beleza é algo que devemos cultivar, melhorar, renovar, manter, criar, e por aí vai.
Somos lindas! Não porque temos um corpo de dar inveja, ou uma beleza impressionante. Somos lindas porque nos damos valor, respeito, temos inúmeras qualidades... Somos lindas porque somos mulheres!

(Por: Amanda Madureira - Não retire os créditos).  

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